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Áreas nativas próximas aos grandes centros urbanos cumprem inestimáveis funções ecológicas, tais como:

Manutenção da qualidade e fluxo contínuo dos recursos hídricos para abastecimento público;
Regulação do clima regional;
Absorção de poluentes atmosféricos;
Fixação do solo, evitando a erosão de encostas, de margens de rios;
Minimizam os efeitos das enchentes;
Propiciam efeitos estéticos e paisagísticos e;
Conservação da rica diversidade da flora e da fauna.
 
  Só no Parque Barigui, uma das áreas verdes mais importantes para os curitibanos, existe uma grande diversidade de espécies de fauna, foi registrado 96 espécies de aves, entre elas pode-se encontrar o pavó, beija-flores, tangará, araponga, sanhaço, saracura e o papagaio-de-peito-roxo, ameaçado de extinção.
Saiba mais sobre a diversidade de fauna da nossa cidade:
 
 
 
 
 
 
   
Rios e Nascentes
 

Proteja a vegetação que recobre as margens dos rios e nascentes ou olhos d’água, elas fixam o solo e impedem a erosão. Segundo o Código Florestal (Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965) esta vegetação é considerada de preservação permanente e não pode ser retirada. Além de proteger a vegetação é necessário impedir o acesso de animais domésticos às áreas de preservação permanente, pois eles pisoteiam o solo, degradando o ambiente.

   
 
 

Se na sua propriedade existem rios ou nascentes sem a vegetação de preservação permanente, é necessário replantar com espécies nativas.
O volume das enxurradas aumenta ainda mais nos ambientes urbanos devido à impermeabilização do solo, causando enchentes e o carregamento de resíduos para os rios.
Além disso, não podemos esquecer que os bosques nativos urbanos também são importantes para os animais, como pássaros, borboletas, grilos, cigarras, pois fornecem abrigo, alimento e local para reprodução.